Mapas Estratégicos: convertendo ativos intangíveis em resultados tangíveis é a terceira parte da série de livros sobre Balanced Scorecard. Essa ferramenta estratégica é fruto de um abrangente estudo dos autores Robert Kaplan e David Norton. A motivação dos estudiosos era descobrir uma maneira de mensurar os ativos empresariais, até então usava-se apenas a contabilidade... Leia mais.
Uma das principais vertentes da Administração no início desse novo século é o uso do Marketing Social como diferencial estratégico. Tal caminhada tem início com a compreensão da importância da prática do voluntariado a partir da Alta Direção. O exemplo de comprometimento promove um envolvimento da base corporativa, dos fornecedores e de parceiros comerciais.
Dois fatores são fundamentais para se obter resultados com Marketing Social. O primeiro deles é o nível de relacionamento entre a empresa e a entidade beneficiada. A intimidade ideológica decorrente dessa relação tende a provocar uma sinergia social de repercussão mercadológica com ganhos de médio a longo prazo.
O segundo fator de correlação é a escolha da questão social a ser defendida. O ponto de interseção entre as empresas, pode minimizar o viés capitalista presente nessa relação. A descoberta dessa chave facilita o envolvimento do consumidor, minimizando as resistências cognitivas e gerando maior credibilidade a campanha.
Nesse contexto, a base de sustentação da estratégia de Marketing Social é reforçada pela evocação de políticas éticas e transparência nas ações. Nessa fase, recomenda-se o uso de personalidades célebres, pesado investimento em comunicação, mecanismo simples de envolvimento do consumidor e longevidade no relacionamento com a causa social.
Peter Jackson é a bola da vez. Depois de presentear o mundo com os três tesouros da trilogia "O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel" (2001), "As Duas Torres" (2002) e "O Retorno do Rei" (2003) - ele vem com mais um filme para conquistar o mundo, King Kong (King Kong, 2005). Jackson parece gostar de "caminhar sobre ovos". Quando resolveu levar para o cinema... Leia mais.
Seth Godin é um autor diferenciado, lançou livros inovadores como A Vaca Roxa, Marketing de Permissão e Marketing Idéia Vírus. O seu último livro, entitulado Todo Marqueteiro é Mentiroso!, não passa despercebido. Brochura vermelha, nariz de pinóquio na capa e texto provocativo. A priori parece um livro sobre ética no Marketing [pelo menos foi isso que pensei]. Esperava histórias sobre campanhas... Leia mais.
As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa (The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe, 2005) é baseado no primeiro volume da série de sete livros que o escritor irlandês C.S. Lewis criou há mais de 50 anos. Veja só, eu não li o livro, então meus comentários serão simplesmente baseados no filme. Inclusive, só fiquei interessado no filme quando soube que... Leia mais.
Eu sempre gostei de "Gladiador", de Oliver Stone, vendedor do Oscar de melhor filme em 2000. Para mim aquilo sim era um clássico do cinema, um épico dramático de fazer história. Pois é, eu me enganei. Pior que isso, passei anos me enganando. É duro reconhecer mas o verdadeiro cinema não está nos filmes que virão e sim naqueles que já foram. Ben-Hur (Ben-Hur, 1959) é o ícone... Leia mais.
Sendo administrador, freqüento vários sites relacionados a esse tema. Um exemplo é o site do Conselho Federal de Administração, um bom espaço para pesquisar sobre mercado de trabalho, código de ética, legislação, eventos etc.
Temos também a Revista Eletrônica da Administração com textos e artigos. Dentre tantos outros, quero destacar o portal Administradores. Além de ter tudo que os outros têm, o site pertence a uma nova era da internet. Antes tínhamos sites de conteúdo criados por uma empresa, ou um grupo restrito de pessoas, na qual os visitantes apenas navegavam pelos textos.
A nova internet é formada pelos visitantes. E é exatamente isso que torna o portal Administradores um sucesso. Os visitantes podem cadastrar-se gratuitamente e publicar seus próprios artigos. Nisso, forma-se uma comunidades de profissionais interagindo e gerando conteúdo continuamente. Visite minha página de artigos e depois crie também a sua.
Marketing Global para Keegan & Green (2003) é a capacidade que a empresa têm de aprender a reconhecer o limite em que os planos e programas de marketing podem ser entendidos no mundo inteiro, bem como até que ponto eles têm que ser adaptados.
E um fenômeno que repercute no Marketing Global é o efeito do "país de origem". Alguns países já criaram uma identidade tão forte com certas linhas de produto, que passam a uma categoria top of mind de repercussão mundial. Por exemplo: relógio suíço, café colombiano, eletrônicos japoneses, cinema americano, charuto cubano, bacalhau português, vinho francês, roupa italiana, rock inglês, cerveja alemã, laranja brasileira, dentre outros.
Chegar a esse nível não é nada fácil. Philip Kotler, em artigo para a revista HSM Management (nº 44, maio-junho 2004), deu algumas dicas de como o marketing estratégico de lugares deve ser gerenciado: 1) analisar e definir seus principais pontos fortes e fracos e suas principais oportunidades e ameaças; 2) selecionar setores de atividade, personalidades, marcos naturais e eventos históricos que possam formar a base de uma sólida estratégia de marca e uma narrativa interessante; 3) desenvolver o conceito "guarda-chuva", abrangente, que cubra e seja coerente com todas as atividades relativas ao estabelecimento e desenvolvimento de sua marca (ex: prazer, qualidade, segurança, sinceridade, progresso, etc); 4) destinar fundos nacionais suficientes para cada atividade relativa ao desenvolvimento de sua marca, para garantir que esta tenha impacto significativo; e 5) criar controles de exportação para garantir que todos os produtos exportados sejam confiáveis e atinjam o nível de desempenho prometido.
Veja que a base de sustentação da "marca país" é a reputação dos dirigentes governamentais, sendo reflexos da qualidade padronizada dos produtos exportados. Ainda sobre "marca país", os maiores estudiosos mundiais em administração, como o imortal Peter Drucker, concordam que em 50 anos, Brasil, Rússia, Índia e China serão as grandes potências mundiais. Espera-se que a competência político-empresarial brasileira adote uma estratégia de posicionamento de imagem nacional que agregue valor aos produtos nacionais.
Peter Drucker, em entrevista publicada na revista HSM Management (nº 45, julho-agosto 2004), disse que "há dois grandes fenômenos ocorrendo no Brasil: o desenvolvimento – que ainda está em processo – de um mercado nacional unificado e o surgimento de uma administração de qualidade internacional nas empresas brasileiras". Para ele, o país conseguiu desenvolver, de maneira extraordinária, os grupos de liderança executiva que permitiram ao país criar empresas nacionais de respaldo internacional. Resta-nos validar as projeções dos especialistas. Ave Drucker!
Foram quatro filmes em duas noites. Uma animação, uma ficção científica, um drama e um romance. Dois deles são um luxo, ótimos e recomendo. Os outros dois são um lixo, horríveis.
O primeiro é Madagascar (Madagascar, 2005). Animação é animação, sempre diverte. Essa é a regra. Mas Madagascar é a exceção dessa regra. O filme é bestinha, o roteiro não tem conteúdo, os personagens não tem carisma e o desenho não passa realismo. Quero crê que o público-alvo dessa animação seja as crianças de 0 a 5 anos. Acima dessa idade, é puro tédio. Mesmo apostando que o filme foi feito para o maternal, ficou claro quer a DreamWorks vacilou feio. Mas o estúdio tem crédito, agora é só esperar que o próximo lançamento seja mais próximo de "Shrek" do que de Madagascar.
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Equilibrium (Equilibrium, 2002) veio logo após. Há muito tempo que eu namorava com o DVD do filme, mas sempre relutei em alugar. Não que a sinopse fosse ruim, a idéia até que é boa. A história se passa após a 3ª Guerra Mundial, os sobreviventes vivem em um regime totalitário que faz com que todos usam uma droga que inibe as emoções (uma clara alusão ao livro "1984" de George Orwell). Mas o que me chamou atenção negativamente foi o cartaz do filme. Algum estrategista de marketing teve a "brilhante" idéia de promover o filme com o slogan: "Esqueça Matrix!". Essa estratégia posteriormente foi usada pelo suspense "Jogos Mortais", onde o slogan era "Esqueça Seven!" (uma referência ao filme "Seven - Os Sete Crimes Capitais"). Mas nesse caso "Jogos Mortais" superou, ou na pior das hipóteses, equiparou-se a "Seven". Já em Equilibrium ocorreu exatamente o contrário. O filme é ridículo, o figurino é caricato, as atuações são pífias e o cenário parece ter sido emprestado pelos Power Rangers. O protagonista, coitado, deve ter feito ficado horas e horas assistindo "Matrix". É um clone mal feito do Neo. Quanta perda de tempo!
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Para acabar com a tortura, chegou a vez de A Queda: As Últimas Horas de Hitler (Der Untergang, 2004). Nossa, que filme! [sem palavras] Frenesi, segundo o dicionário Houaiss, significa um delírio violento provocado por uma anormalidade psíquica aguda cerebral. Acho que essa é a palavra adequada. Uma experiência onipresente das últimas horas de Adolf Hitler, contadas por quem esteve lá, ao seu lado. Uma obra-de-arte do cinema alemão, feita para quem tem coração forte. O primeiro pensamento que vem a cabeça, logo após essa experiência, é que o filme poderia facilmente ter sido o episódio final de uma trilogia. Pensei em algo similar a "Star Wars", clássico de George Lucas que conta o nascimento, crescimento e morte do vilão Darth Vader. Passado o impacto inicial, é possível constatar que A Queda tenta desmistificar a imagem gloriosa que Hitler carrega. O ditador está no inconsciente coletivo como um homem carismático, com poder de persuasão e autor de célebres discursos. No filme a história é outra. Hitler perdeu o comando. Seus homens já não o obedecem. Suas estratégias são ridicularizadas. Está abandonado. E a derrota para os soviéticos é iminente. Encurralado, sua última ordem é que seu corpo seja queimado. Ele não queria que seu cadáver fosse usado pelos inimigos. Pra isso, pode chamar que a gente ajuda.
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Para fechar o quatrilho, nada melhor que Noites de Cabíria (Le Notti di Cabiria, 1957) do diretor italiano Federico Fellini. Noites de Cabíria é um bela visão da personalidade feminina, sendo considerado por muitos, um dos filmes mais completos de Fellini. A história narra a busca do verdadeiro amor por Cabíria, uma prostituta pobre que vaga pelos subúrbios de Roma. Cabíria é constantemente traída por aproveitadores, mas nunca perde a esperança de ser feliz. Uma crítica social narrada do ponto de vista das prostitutas, de forma sensível e lúdica. Vencedor do Oscar de Filme Estrangeiro e descrito por Fellini como "a história de uma mulher que se apaixona pelo amor".
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